O primeiro volume tem como título: “Quando e como recorrer a Penitenciaria Apostólica” e visa dar uma visão, para sacerdotes e fiéis, sobre a competência, como recorrer e como fazê-lo de modo correto. Em linguagem simples, compreensível e acessível a todos esta obra apresenta o modo correto de se dirigir à Penitenciaria Apostólica, organismo da Cúria Romana a serviço dos confessores e dos penitentes.
A segunda obra se intitula: “A Penitenciaria Apostólica, história de um Tribunal de misericórdia e piedade”. São muitas as perspectivas sob as quais é possível colocar a Penitenciaria Apostólica, para se entender a índole jurídica e se indicar as funções pastoral-eclesiológicas, jurídicas e antropológicas. Esta nova publicação, baseando-se em estudos mais representativos, tem a pretensão de fazer conhecer, também àqueles que não são verdadeiros "pesquisadores" ou apaixonados de História da Igreja, a vida e a atividade de um Dicastério que, no decurso dos séculos, por seu amplo raio de ação e por suas competências, adquiriu crescente prestígio na Cúria Romana na sua função de um Tribunal de Misericórdia e Piedade.
Contatos de venda: (61) 2193 3019 ou www.edicoescnbb.com.br
sexta-feira, 27 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
São João Evangelista
O nome deste evangelista significa: "Deus é misericordioso": uma profecia que foi se cumprindo na vida do mais jovem dos apóstolos. Filho de Zebedeu e de Salomé, irmão de Tiago Maior, ele também era pescador, como Pedro e André; nasceu em Betsaida e ocupou um lugar de primeiro plano entre os apóstolos.
O apóstolo São João foi quem, na Santa Ceia, estava deitado no ombro de Jesus e, foi também a João que Jesus disse: "Filho, eis aí a tua mãe" e, olhando para Maria disse: "Mulher, eis aí o teu filho". (Jo 19, 26s).
Quando Jesus se transfigurou, foi João, juntamente com Pedro e Tiago, que estava lá. João é sempre o homem da elevação espiritual, mas não era fantasioso e delicado, tanto que Jesus chamou a ele e a seu irmão Tiago de "filhos do trovão".
João exortava continuamente os fiéis ao amor fraterno, como resulta das suas três cartas, acolhidas entre os textos sagrados. Escritor do Livro do mais misterioso e rico em esperanças, o Livro do Apocalipse, São João teria morrido com 94 anos, segundo Santo Epifânio. (JS)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
São José de Cupertino: Padroeiro dos Estudantes
O Irmão Burro: o triunfo da graça sobre a incapacidade natural
Desajeitado nas coisas materiais, mas uma águia na contemplação. Desprezado inicialmente por seus próprios confrades, depois passou a atrair, por sua santidade, cardeais, reis, príncipes. Esse foi José de Cupertino, o Irmão Burro...
Nascido em Cupertino, no reino de Nápoles, em 17 de junho de 1603, José era pouco dotado de qualidades naturais. Por ocasião de seu nascimento, toda a família viu-se despejada da casa, por dívidas de seu pai, perdendo também os poucos móveis que possuía. Assim, nasceu ele num pobre estábulo, à semelhança de um outro menino pobre em Belém...
Incapaz de aprender e padroeiro dos estudantes!
De saúde muito débil, passou a infância entre a vida e a morte. Aos 17 anos, quis entrar nos Frades Menores conventuais, onde tinha dois tios. Sua aparência era tão pouco favorável que não foi aceito. Apresentou-se então nos Capuchinhos, que o experimentaram em diversos ofícios, mas os seus êxtases contínuos sujeitavam a louça e outros objetos do convento a uma prova não pouco custosa! Dizem que chegaram a colar em seu hábito os cacos da louça que quebrara. Foi preciso mandá-lo embora. Na terrível provação de ter que despir-se do hábito franciscano, comentou que era como se lhe arrancassem a própria pele.
Passado algum tempo, os frades conventuais concordaram em aceitá-lo para cuidar da mula do convento de Grottella. Depois, sua piedade, austeridade, obediência e dons sobrenaturais levaram os frades a admitirem-no no convento.
Desejava ele ser sacerdote, mas nem sequer sabia ler. Esforçava-se para aprender, mas o resultado era desanimador. Quando seu mestre começava a impacientar-se, o nosso santo lhe dizia: "Tenha paciência, assim será mais meritório".
Chegada a hora dos exames, José recomendou-se à sua Santa Mãe, Nossa Senhora de Grottella. O Bispo de Nardo interrogou-o antes de admiti-lo no diaconato. Abrindo o livro dos Evangelhos, mandou José explicar o texto: "Felizes as entranhas que Te trouxeram". Deus o queria clérigo, pois era este o único trecho do Evangelho que conhecia. Respondeu admiravelmente bem.
Faltava ainda a última prova oral. Nesta, certamente não passaria. Compareceu, com os seus confrades, diante do Bispo de Castro. As admiráveis respostas dos primeiros examinados satisfizeram tanto o bispo que este decidiu não interrogar os demais candidatos, entre os quais se encontrava José...Eis assim o pobre José, sacerdote! Ficou ele sendo o padroeiro dos estudantes, sobretudo em época de provas.
Dons sobrenaturais extraordinários
Entre milagres e provações, a vida de José de Cupertino foi das mais extraordinárias. Tal era sua fama de santidade que multidões o procuravam.
No convento, ele cuidou de animais e trabalhou quase como um burro de carga. Ele mesmo se intitulava "Irmão Burro".
Comumente via as pessoas em forma de um animal que representava o estado de sua alma. Se encontrava alguém cuja alma não estivesse limpa, sentia o mau odor do pecado e advertia: "Estás cheirando mal, vai te lavar". E, após uma boa confissão, sentia um aroma agradável de perfume.
Vivia de tal forma em contemplação que, mesmo durante árduos trabalhos, não conseguia distrair-se dela. Não poucas vezes, pensando nas realidades eternas, José se elevava do chão. Realmente, o "Irmão Burro" passou boa parte de sua vida no ar, entre o céu e a terra...
Devido talvez à sua simplicidade e inocência, José de Cupertino tinha grande amizade e familiaridade com as mais simples criaturas de Deus.
Certa vez mandou um passarinho ir ensinar às freiras de um mosteiro cantar o Ofício. E todos os dias, à hora das Matinas e da Noa, eis que o pássaro aparecia à janela do coro, animando o cântico das religiosas.
Em outra ocasião, encontrou duas lebres junto ao bosque de Grottella e as preveniu: "Não vos afasteis de Grottella, porque muitos caçadores vos perseguirão". Tendo desobedecido a essa recomendação, uma delas foi surpreendida e perseguida por cães. Encontrando aberta a porta da capela, o animalzinho atravessou a nave e atirou-se nos braços de José. "Eu não tinha te avisado?", disse-lhe o santo. Em seguida, chegaram os caçadores, reclamando sua presa. "Esta lebre está sob a proteção de Nossa Senhora, portanto não a tereis", respondeu ele. E, depois de abençoá-la, a pôs em liberdade.
Apenas ao pronunciar os santíssimos nomes de Jesus e de Maria, José entrava em levitação. Passeando um dia com outro frade nos jardins do convento, este lhe disse: "Irmão José, como criou Deus um tão belo céu!" Ao ouvir estas palavras, José deu um grito, voou e colocou-se de joelhos sobre uma oliveira. Os galhos balançavam como se estivessem sob o peso de um pássaro.
O êxtase às vezes o surpreendia durante a Missa. Voltando a si, São José retomava o santo sacrifício no ponto preciso em que o havia deixado, sem se equivocar no cerimonial. Tais eram seus êxtases que certo dia, durante uma levitação, suas mãos ficaram por cima das chamas de dois tocheiros. Atônitos, os espectadores ficaram mudos de temor, mas, passado o êxtase, não havia qualquer sinal de queimadura. Sua Missa durava habitualmente duas horas. Por vezes, Nosso Senhor lhe recomendava que a abreviasse para ir desempenhar seu ofício de esmoler.
A santidade atrai
Sua fama de santidade espalhou-se rapidamente por toda a Itália e mesmo por outros países da Europa. Príncipes, reis, cardeais e até o Papa o procuravam.
Todo este movimento em torno do humilde religioso e os fenômenos sobrenaturais pouco comuns inquietaram a Inquisição. Em 1653, por ordem do Santo Ofício, foi transferido de Assis para o convento capuchinho de Petra Rúbia, e depois, para o isolar mais, a Fossombrone. Devia ele viver isolado, inclusive, da comunidade.
Os frades conventuais recorreram ao Papa Alexandre VII. Queriam reconduzir São José a Assis, mas o Papa respondeu: "Não, basta-lhes um São Francisco em Assis".
Que maior elogio para um franciscano?!
Foi enviado a Ósio, perto de Loreto em 1657. Ao chegar, exclamou: "Este é o lugar de meu descanso". E de fato foi em Ósio que entregou sua virtuosa alma a Deus, em 17 de setembro de 1663.
Foi canonizado por Clemente XIII em 1767.
Luis Zaghi
(Revista Arautos do Evangelho, Janeiro/2004, n. 25, p. 36-37)
Artigo do Papa para jornal americano sobre o Natal - 20/12/2012 2 Boletim da Santa Sé
Tempo de empenho no mundo para os cristãos
“Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” foi a resposta de Jesus quando lhe foi perguntado o que pensava sobre o pagamento dos impostos.
Aqueles que o interrogavam, obviamente, queriam fazer-lhe uma armadilha. Queriam forçá-lo a tomar partido no debate político sobre a dominação romana na terra de Israel.
E ainda estava em jogo algo mais: se Jesus era realmente o Messias esperado, então seguramente seria oposto aos dominadores romanos.
Portanto a pergunta era calculada para desmascará-lo ou como uma ameaça para o regime ou como um impostor.
A resposta de Jesus habilmente traz a questão para um nível superior, confrontando de forma sutil a politização da religião e o endeusamento do poder temporal, assim como a busca incansável da riqueza. Os seus ouvintes precisavam entender que o Messias não era César, e que César não era Deus. O reino que Jesus vinha instaurar era de uma dimensão absolutamente superior. Como responde a Poncio Pilatos: “O meu reino não é deste mundo”.
As histórias do Natal no Novo Testamento têm o objetivo de exprimir uma mensagem similar. Jesus nasce durante um “recenseamento do mundo inteiro”, desejado por César Augusto, o imperador famoso por ter levado a Pax Romana em todas as terras submetidas ao domínio romano. No entanto, esta criança, nascida em uma escuridão e distante do império, estava para oferecer ao mundo uma paz muito maior, verdadeiramente universal em seu propósito e transcendente a cada limite de espaço e de tempo.
Jesus nos é apresentado como herdeiro do rei Davi, mas a libertação que ele trouxe ao próprio povo não dizia respeito ao tomar cuidado com o exército inimigo; tratava-se, em vez disso, de vencer para sempre o pecado e a morte.
O nascimento de Cristo nos desafia a repensar as nossas prioridades, os nossos valores, o nosso próprio modo de viver. E enquanto o Natal é sem dúvida um tempo de grande alegria, é também uma ocasião de profunda reflexão, antes de tudo um exame de consciência. Ao fim de um ano que significou privações econômicas para muitos, o que podemos aprender da humildade, da pobreza, da simplicidade da cena do presépio?
O Natal pode ser o tempo no qual aprendemos a ler o Evangelho, a conhecer Jesus não somente como a Criança da manjedoura, mas como aquele no qual reconhecemos o Deus feito homem.
É no Evangelho que os cristãos encontram inspirações para a vida cotidiana e para o seu envolvimento nos negócios do mundo – seja isso vindo no Parlamento ou na Bolsa. Os cristãos não devem escapar do mundo; pelo contrário, devem empenhar-se nesse. Mas o seu envolvimento na política e na economia deve transcender cada forma de ideologia.
Os cristãos combatem a pobreza porque reconhecem a dignidade suprema de cada ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus e destinado à vida eterna. Os cristãos trabalham por uma divisão igualitária dos recursos da terra porque estão convencidos de que, como administradores da criação de Deus, nós temos o dever de cuidar dos mais frágeis e dos mais vulneráveis. Os cristãos se opõem à ganância e à exploração na crença de que a generosidade e um amor altruísta, ensinado e vivido por Jesus de Nazaré, são a via que conduz à plenitude da vida. A fé cristã no destino transcendente de cada ser humano implica na urgência da tarefa de promover a paz e a justiça para todos.
Porque tais fins são compartilhados por muitos, é possível uma grande e fecunda colaboração entre os cristãos e os outros. E, todavia, os cristãos dão a César somente aquilo que é de César, mas não aquilo que pertence a Deus. Às vezes, ao longo da história, os cristãos não puderam concordar com as exigências feitas por César. Do culto do imperador da antiga Roma aos regimes totalitários do século passado, César procurou tomar o lugar de Deus. Quando os cristãos se recusam a se curvar aos deuses falsos propostos em nossos tempos não é porque têm uma visão antiquada do mundo. Pelo contrário, isso acontece porque estão livres das amarras da ideologia e animados por uma visão tão nobre do destino humano que não podem aceitar compromissos com algo que possa miná-los.
Na Itália, muitos presépios são adornados por ruínas de antigas construções romanas ao fundo. Isso demonstra que o nascimento do menino Jesus marca o fim da antiga ordem, o mundo pagão, no qual as reivindicações de César pareciam impossíveis de desafiar. Agora há um novo rei, que não confia na força das armas, mas no poder do amor. Ele traz esperança a todos aqueles que, como ele mesmo, vivem às margens da sociedade. Traz esperança a quantos são vulneráveis na sorte incerta de um mundo precário.
Da manjedoura, Cristo nos chama a viver como cidadãos do seu reino celeste, um reino que cada pessoa de boa vontade pode ajudar a construir aqui na terra.
“Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” foi a resposta de Jesus quando lhe foi perguntado o que pensava sobre o pagamento dos impostos.
Aqueles que o interrogavam, obviamente, queriam fazer-lhe uma armadilha. Queriam forçá-lo a tomar partido no debate político sobre a dominação romana na terra de Israel.E ainda estava em jogo algo mais: se Jesus era realmente o Messias esperado, então seguramente seria oposto aos dominadores romanos.
Portanto a pergunta era calculada para desmascará-lo ou como uma ameaça para o regime ou como um impostor.
A resposta de Jesus habilmente traz a questão para um nível superior, confrontando de forma sutil a politização da religião e o endeusamento do poder temporal, assim como a busca incansável da riqueza. Os seus ouvintes precisavam entender que o Messias não era César, e que César não era Deus. O reino que Jesus vinha instaurar era de uma dimensão absolutamente superior. Como responde a Poncio Pilatos: “O meu reino não é deste mundo”.
As histórias do Natal no Novo Testamento têm o objetivo de exprimir uma mensagem similar. Jesus nasce durante um “recenseamento do mundo inteiro”, desejado por César Augusto, o imperador famoso por ter levado a Pax Romana em todas as terras submetidas ao domínio romano. No entanto, esta criança, nascida em uma escuridão e distante do império, estava para oferecer ao mundo uma paz muito maior, verdadeiramente universal em seu propósito e transcendente a cada limite de espaço e de tempo.
Jesus nos é apresentado como herdeiro do rei Davi, mas a libertação que ele trouxe ao próprio povo não dizia respeito ao tomar cuidado com o exército inimigo; tratava-se, em vez disso, de vencer para sempre o pecado e a morte.
O nascimento de Cristo nos desafia a repensar as nossas prioridades, os nossos valores, o nosso próprio modo de viver. E enquanto o Natal é sem dúvida um tempo de grande alegria, é também uma ocasião de profunda reflexão, antes de tudo um exame de consciência. Ao fim de um ano que significou privações econômicas para muitos, o que podemos aprender da humildade, da pobreza, da simplicidade da cena do presépio?
O Natal pode ser o tempo no qual aprendemos a ler o Evangelho, a conhecer Jesus não somente como a Criança da manjedoura, mas como aquele no qual reconhecemos o Deus feito homem.
É no Evangelho que os cristãos encontram inspirações para a vida cotidiana e para o seu envolvimento nos negócios do mundo – seja isso vindo no Parlamento ou na Bolsa. Os cristãos não devem escapar do mundo; pelo contrário, devem empenhar-se nesse. Mas o seu envolvimento na política e na economia deve transcender cada forma de ideologia.
Os cristãos combatem a pobreza porque reconhecem a dignidade suprema de cada ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus e destinado à vida eterna. Os cristãos trabalham por uma divisão igualitária dos recursos da terra porque estão convencidos de que, como administradores da criação de Deus, nós temos o dever de cuidar dos mais frágeis e dos mais vulneráveis. Os cristãos se opõem à ganância e à exploração na crença de que a generosidade e um amor altruísta, ensinado e vivido por Jesus de Nazaré, são a via que conduz à plenitude da vida. A fé cristã no destino transcendente de cada ser humano implica na urgência da tarefa de promover a paz e a justiça para todos.
Porque tais fins são compartilhados por muitos, é possível uma grande e fecunda colaboração entre os cristãos e os outros. E, todavia, os cristãos dão a César somente aquilo que é de César, mas não aquilo que pertence a Deus. Às vezes, ao longo da história, os cristãos não puderam concordar com as exigências feitas por César. Do culto do imperador da antiga Roma aos regimes totalitários do século passado, César procurou tomar o lugar de Deus. Quando os cristãos se recusam a se curvar aos deuses falsos propostos em nossos tempos não é porque têm uma visão antiquada do mundo. Pelo contrário, isso acontece porque estão livres das amarras da ideologia e animados por uma visão tão nobre do destino humano que não podem aceitar compromissos com algo que possa miná-los.
Na Itália, muitos presépios são adornados por ruínas de antigas construções romanas ao fundo. Isso demonstra que o nascimento do menino Jesus marca o fim da antiga ordem, o mundo pagão, no qual as reivindicações de César pareciam impossíveis de desafiar. Agora há um novo rei, que não confia na força das armas, mas no poder do amor. Ele traz esperança a todos aqueles que, como ele mesmo, vivem às margens da sociedade. Traz esperança a quantos são vulneráveis na sorte incerta de um mundo precário.
Da manjedoura, Cristo nos chama a viver como cidadãos do seu reino celeste, um reino que cada pessoa de boa vontade pode ajudar a construir aqui na terra.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
O menino Joseph Ratzinger escreve carta para o Menino Jesus
Roma - "Amado Menino Jesus! Em pouco tempo você descerá sobre a terra. Queria ganhar um missal, uma casula verde e o coração de Jesus. Serei sempre um bom menino. Saudações - Joseph Ratzinger". São os desejos de um garoto de sete anos, o futuro Papa em uma carta encontrada na casa Pentling, na Alemanha durante obras de reestruturação. A carta foi resgatada graças à irmã Maria, que a possuía como recordação.
Em 1934, os irmãos Georg e Joseph e a irmã Maria, escreveram uma carta ao Menino Jesus, fazendo pedidos de presentes de Natal. Na Baviera existe a bela tradição católica de que o Menino Jesus é quem traz os presentes e os deixa na árvore de Natal. As crianças escrevem as cartinhas com uma lista de seus presentes preferidos.
Georg, que tinha dez anos, queria ganhar a partitura de uma música e uma casula branca, enquanto Maria, que tinha treze anos sonhava com um livro cheio de desenhos. Joseph, que tinha sete anos, com uma escrita muito precisa, pediu um missal, uma casula verde e o coração de Jesus. As cartas foram escritas numa única folha para economizar, pois na época o papel custava caro e a família Ratzinger não era rica.
O caráter "eclesiástico" dos pedidos não deveria surpreender, pois na Alemanha nesta época, a Missa era um tema presente nas brincadeiras infantis, e isso também acontecia na casa da família Ratzinger. "Nós dois montávamos juntos o presépio, e entre as brincadeiras, digamos espirituais, tinha a "brincadeira do padre", que nós fazíamos juntos, minha irmã não participava. Celebrávamos a missa e tínhamos casulas feitas pela costureira de nossa mãe", contou Dom Georg Ratzinger, no livro-entrevista com Michael Hesemann intitulado " Meu irmão, o Papa".
A carta ficará exposta até o dia 6 de janeiro em Munique.(AA/JS)
Por: Gaudium Press
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Guadalupe: Explosão de evangelização nas Américas
Cidade do Vaticano - Em entrevista à Radio Vaticano, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, afirmou que com a aparição de Nossa Senhora de Guadalupe começou uma verdadeira "explosão" de evangelização nas Américas. Dom Antônio participa do Congresso Internacional "Ecclesia in America", que está sendo realizado no Vaticano para comemorar os 15 anos Exortação Apostólica pós-sinodal de João Paulo II.
Em suas palavras durante a entrevista, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro ressaltou também a importância do Congresso:
"Estamos neste Congresso não só relembrando os 15 anos do Sínodo da América, quando João Paulo II esteve presente, mas atualizando uma realidade histórica e muito profunda para o continente americano, que é justamente a aparição de Nossa Senhora em 1531 em Cidade do México, onde se começou uma verdadeira "explosão" de evangelização nas Américas.
É importante na atualidade a gente viver este momento, não apenas comemorá-lo, porque estamos no Ano da Fé e acabamos de celebrar o Sínodo sobre a Nova Evangelização.
As Américas do Norte, Central e do Sul contêm o maior número de católicos do mundo e o Papa tem depositado uma grande esperança desde Aparecida no papel da Igreja latino-americana na evangelização do mundo.
Creio que este Congresso seja importante por esses motivos: é comemorativo, mas não está olhando para o passado, está olhando para o futuro, para que nossa Igreja tenha realmente esse impulso missionário de que ela necessita não só nas Américas, mas também na Europa, na África, na Ásia, em todos os continentes." (JS)
Com informações Radio Vaticano
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Símbolos da JMJ são acolhidos em Manaus
| O povo manauara recebeu os símbolos da JMJ com muita fé |
Na tarde do último sábado, 22, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) foram recebidos por milhares de jovens no sambódromo de Manaus, (Amazonas).
Em seu terceiro dia na capital amazonense, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora estiveram presentes em uma Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo de Manaus, Dom José Luiz Soares, na Paróquia São Bento. Dali, os símbolos foram levados à quadra do Colégio Dom Bosco, onde os jovens refletiram sobre as tentações mais comuns na juventude e logo depois foram em procissão até o Pronto Socorro João Lúcio, onde foi feita uma oração pelos enfermos.
Os símbolos também foram conduzidos até as sedes da TV Amazônica e da TV A Crítica, onde foram lidos trechos da carta do Papa Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações.
As paróquias Nossa Senhora de Nazaré e São Geraldo também foram agraciadas com a visita da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora.
Dom Mário Antônio da Silva, Bispo Auxiliar de Manaus, declarou que a peregrinação dos símbolos é um momento muito importante para a articulação das pastorais, movimentos, associações e novas comunidades que atuam com os jovens na capital amazonense.
O prelado explicou também que já está sendo estruturado um Setor Juventude arquidiocesano. "Os nossos jovens têm sempre correspondido aos apelos da nossa arquidiocese, para os momentos de celebração e união. Temos esperança que o Setor Juventude vai gerar vida para a juventude do Amazonas", afirmou. (EPC)
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Relíquia com sangue do Beato João Paulo II roubada e encontrada logo depois
ROMA, 30 Ago. - Um relicário com uma ampola contendo um pouco de sangue do Beato Papa João Paulo II foi roubado na terça-feira 28 de agosto, na localidade de Marina di Cerveteri (Itália), enquanto era transladada de trem a um Santuário ao norte de Roma.
Felizmente as autoridades policiais conseguiram recuperá-la poucas horas depois do furto.
O Padre Augusto Baldini, sacerdote encarregado do transporte da relíquia, disse às autoridades que foi distraído no trem em que viajava por três homens que lhe perguntaram endereços e que desceram algumas estações antes que ele.
Ao descer do trem, o sacerdote se deu conta de que sua mochila tinha desaparecido.
As autoridades encontraram a relíquia sem a mochila, entre uns arbustos perto da estação da ferrovia de Marina di Cerveteri.
A polícia, que ainda não identificou os autores do roubo, não tem claridade sobre o que fizeram os ladrões, se deixaram o frasco por não saber seu conteúdo ou se planejavam retornar para recuperá-lo mais tarde.
Na ampola "está guardado o sangue extraído do Papa depois do ataque de 13 de maio de 1981", explicou o sacerdote.
A relíquia foi exposta à veneração pública pela primeira vez no dia 1 de maio de 2011, durante a beatificação do Papa João Paulo II, falecido no dia 2 de abril de 2005.
Papa Bento XVI recorda, "Rezar não é perder tempo!", em sua Audiência Geral.
Castel Gandolfo - Ontem, 29 de agosto, foi o dia em que a Igreja recorda a memória litúrgica do martírio de São João Batista. Ele é o único santo do qual se celebra o nascimento e a morte. Ontem foi quarta-feira, o dia do encontro que o Papa tem com os peregrinos e fiéis que procuram estar com o Pontífice para ouvir sua catequese semanal proferida durante a Audiência Geral.
E Bento XVI, que ainda se encontra em Castel Gandolfo, lembrou aos peregrinos que a memória do Santo é muito antiga: as primeiras provas de seu culto datam do IV século. O Papa ainda aos presentes que as referências históricas no Evangelho bem ilustram a relação de João Batista com Jesus. São Lucas, por exemplo, narrou o nascimento, a vida no deserto, a pregação. São Marcos nos conta sua dramática morte.
De fato, mostra o Santo Padre, num gesto final, João Batista testemunhou com o sangue sua fidelidade aos mandamentos de Deus, sem ceder ou retroceder, realizando sua missão até o fim. O Batista não se limitou a pregar a penitência, mas ele teve a humildade de indicar Jesus como "Enviado de Deus". Colocou-se de lado para que o Senhor pudesse crescer, ser ouvido e seguido.
Após estas lembranças, Bento XVI "dialogou" com os fiéis, perguntando: "De onde nasceu esta vida tão dedicada a Deus?". "A resposta é simples", disse o Papa: "da oração, fio condutor de toda existência".
São João foi um dádiva de Deus. Zacarias e Isabel não podiam ter filhos, eram idosos e Isabel era estéril. "Mas nada é impossível para Deus", e o anúncio do nascimento do menino aconteceu justamente quando seu pai entrava no templo de Jerusalém, o templo da oração, prosseguiu o Papa.
Toda a existência do Precursor de Jesus, especialmente o período passado no deserto, foi alimentada por seu relacionamento com Deus. O deserto era um lugar de tentações, mas ao mesmo tempo, onde o homem sentia a sua própria pobreza, onde não encontrava apoio e nem certezas materiais, e onde compreendia que sua única referência sólida era sempre Deus.
Ao terminar sua catequese, o Santo Padre ensinou que "o exemplo de João Batista nos diz que não podemos ‘negociar' nosso amor por Cristo, por Sua Palavra e pela Verdade. "A vida cristã exige o ‘martírio' da fidelidade cotidiana ao Evangelho, a coragem de deixar que Cristo cresça em nós, oriente nossos pensamentos e atitudes".
"Mas - ressaltou o Papa, para concluir seu pensamento - isso só pode acontecer se nossa relação com Deus for sólida. Rezar não é perder tempo, não é roubar tempo de outras atividades; mas é o contrário: se formos capazes de manter uma vida de oração fiel, constante, o próprio Deus nos dará a capacidade e a força para viver de modo feliz, superar as dificuldades e testemunhá-Lo com coragem". (JSG)
E Bento XVI, que ainda se encontra em Castel Gandolfo, lembrou aos peregrinos que a memória do Santo é muito antiga: as primeiras provas de seu culto datam do IV século. O Papa ainda aos presentes que as referências históricas no Evangelho bem ilustram a relação de João Batista com Jesus. São Lucas, por exemplo, narrou o nascimento, a vida no deserto, a pregação. São Marcos nos conta sua dramática morte.
| Se formos capazes de manter uma vida de oração constante, o próprio Deus nos dará a capacidade para viver feliz, superar as dificuldades e testemunhá-Lo com coragem, diz o Papa |
Após estas lembranças, Bento XVI "dialogou" com os fiéis, perguntando: "De onde nasceu esta vida tão dedicada a Deus?". "A resposta é simples", disse o Papa: "da oração, fio condutor de toda existência".
São João foi um dádiva de Deus. Zacarias e Isabel não podiam ter filhos, eram idosos e Isabel era estéril. "Mas nada é impossível para Deus", e o anúncio do nascimento do menino aconteceu justamente quando seu pai entrava no templo de Jerusalém, o templo da oração, prosseguiu o Papa.
Toda a existência do Precursor de Jesus, especialmente o período passado no deserto, foi alimentada por seu relacionamento com Deus. O deserto era um lugar de tentações, mas ao mesmo tempo, onde o homem sentia a sua própria pobreza, onde não encontrava apoio e nem certezas materiais, e onde compreendia que sua única referência sólida era sempre Deus.
Ao terminar sua catequese, o Santo Padre ensinou que "o exemplo de João Batista nos diz que não podemos ‘negociar' nosso amor por Cristo, por Sua Palavra e pela Verdade. "A vida cristã exige o ‘martírio' da fidelidade cotidiana ao Evangelho, a coragem de deixar que Cristo cresça em nós, oriente nossos pensamentos e atitudes".
"Mas - ressaltou o Papa, para concluir seu pensamento - isso só pode acontecer se nossa relação com Deus for sólida. Rezar não é perder tempo, não é roubar tempo de outras atividades; mas é o contrário: se formos capazes de manter uma vida de oração fiel, constante, o próprio Deus nos dará a capacidade e a força para viver de modo feliz, superar as dificuldades e testemunhá-Lo com coragem". (JSG)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Manifestações de fé marcam conquista do ouro Olímpico da equipe de vôlei feminino brasileiro
Após uma monumental vitória de virada contra a equipe dos Estados Unidos, o time brasileiro de vôlei feminino conquistou no sábado, 11 de agosto, sua segunda medalha de ouro consecutiva na modalidade. A vitória foi marcada por manifestações de fé e agradecimento a Deus por parte das jogadoras e da equipe técnica, começando pelo técnico José Roberto Guimarães que fará o caminho de Santiago para pagar uma promessa feita antes dos jogos Olímpicos.
O time brasileiro começou sua campanha com dificuldades e para chegar às finais teve que superar em uma histórica vitória as russas, atuais campeãs mundiais, nas quartas-de-final impedindo seis match points das adversárias no set final.
Já na final olímpica, a equipe brasileira começou perdendo a partida por uma diferença histórica de 25 a 11 no primeiro set. Entretanto, as brasileiras não se deixaram abater e venceram o jogo por três sets a um garantindo pela segunda vez consecutiva o ouro olímpico, o terceiro da história do vôlei feminino brasileiro e da carreira do técnico José Roberto Guimarães.
Após a emoção da vitória, equipe e comissão técnica se reuniram e se ajoelharam formando um círculo para recitarem em voz alta e de mãos dadas oração do Pai-Nosso.
"Quero agradecer a Deus (...) em nossa equipe a base é a superação", afirmou a ponteira Jaque.
Por parte do treinador José Roberto Guimarães, que se tornou o único brasileiro a consquistar três medalhas de ouro olímpicas no vôlei, afirmou após a vitória que estava agradecido a Deus e à sua família pelo feito.
“Minha mulher fez um monte de promessas para mim, só que eu é quem tenho que pagar. Hoje mesmo ela ficou três horas numa igreja, rezando. Mas vou ter que fazer o Caminho de Santiago de novo com ela. Só que preciso pedir para o pessoal da Amil (referindo-se ao time de Campinas, que ele irá dirigir na próxima temporada) me liberar, porque será uma semana andando” disse o treinador.
"Rezei muito, nunca rezei tanto na minha vida. Nunca pedi tanto. Tenho que pagar muita promessa", afirmou o técnico ao portal IG de notícias.
"Comecei (a pagar as promessas) ontem. Senão ia ficar um ano cumprindo", contou o técnico em uma coletiva de imprensa exibindo uma das promessas já pagas: a cabeça raspada.
“Eu gostaria de ser um grande escritor para escrever uma história linda como essa, mas eu não tenho capacidade, acho que só um escritor poderia escrever esta história, que foi Deus”, afirmou o técnico.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Ajude a tirar do ar site que vende medicamento abortivo no Brasil!
Peço a todos os que passarem por aqui que gastem dois minutos do seu tempo para denunciar este site à Safernet. O procedimento é simples:
Existe muito lixo na internet, é fato. Com relação àquilo que é meramente baboseira a gente não pode fazer muita coisa; mas quando a internet está sendo utilizada para a prática de crimes é nosso dever fazer alguma coisa. Mais ainda quando o crime em questão é uma coisa grave como o assassinato de um ser humano indefeso. As pessoas que querem cometer o crime do aborto no Brasil conseguem, com muita facilidade, encontrar – da tranqüilidade da própria casa! – quem esteja disposto a lhes fornecer os meios necessários para o extermínio do seu filho indesejado.

Esta chamada eu vi no Facebook. Lamentavelmente a prática não é desconhecida para ninguém e este Citotec-Cytotec.com infelizmente não é o único meio de se conseguir realizar um aborto no Brasil, mas quando o crime está acontecendo em plena luz do dia e diante dos nossos olhos temos a obrigação moral de fazer alguma coisa. A impunidade generalizada não nos exime de protestar contra o caso concreto, da mesma forma que não podemos deixar de socorrer uma vítima de um acidente ocorrido diante de nós por conta do fato de que acidentes acontecem o tempo todo em diversos lugares e a gente não consegue ajudar a todo mundo. Ninguém consegue resolver todos os problemas do mundo, é óbvio, e nem somos chamados a isto. Ao contrário, todo mundo deve se esforçar, sim, por resolver os problemas concretos com os quais se depara vida afora. Dizer diferente isto é não ter a menor noção de responsabilidade moral.
A Safernet Brasil é uma instituição criada para combater crimes virtuais. E, no Brasil, é crime o aborto e é crime também a venda de medicamentos abortivos (Código Penal, art. 273, § 1º-B, que veta a comercialização de medicamentos sem licença da Anvisa ou de procedência duvidosa). Vender Cytotec é crime no Brasil. O referido site está, portanto, cometendo ostensivamente um crime escandaloso que não se pode deixar impune.
- Cliquem neste link;
- Escolham “Apologia e Incitação a crimes contra a Vida”;
- Na caixa “Página da Internet”, colem o link http://www.citotec-cytotec.com/;
- Escrevam, se quiserem, algum breve comentário na outra caixa;
- Cliquem no botão “Denunciar”, e pronto.
Veja o motivo:
Existe muito lixo na internet, é fato. Com relação àquilo que é meramente baboseira a gente não pode fazer muita coisa; mas quando a internet está sendo utilizada para a prática de crimes é nosso dever fazer alguma coisa. Mais ainda quando o crime em questão é uma coisa grave como o assassinato de um ser humano indefeso. As pessoas que querem cometer o crime do aborto no Brasil conseguem, com muita facilidade, encontrar – da tranqüilidade da própria casa! – quem esteja disposto a lhes fornecer os meios necessários para o extermínio do seu filho indesejado.
Esta chamada eu vi no Facebook. Lamentavelmente a prática não é desconhecida para ninguém e este Citotec-Cytotec.com infelizmente não é o único meio de se conseguir realizar um aborto no Brasil, mas quando o crime está acontecendo em plena luz do dia e diante dos nossos olhos temos a obrigação moral de fazer alguma coisa. A impunidade generalizada não nos exime de protestar contra o caso concreto, da mesma forma que não podemos deixar de socorrer uma vítima de um acidente ocorrido diante de nós por conta do fato de que acidentes acontecem o tempo todo em diversos lugares e a gente não consegue ajudar a todo mundo. Ninguém consegue resolver todos os problemas do mundo, é óbvio, e nem somos chamados a isto. Ao contrário, todo mundo deve se esforçar, sim, por resolver os problemas concretos com os quais se depara vida afora. Dizer diferente isto é não ter a menor noção de responsabilidade moral.
A Safernet Brasil é uma instituição criada para combater crimes virtuais. E, no Brasil, é crime o aborto e é crime também a venda de medicamentos abortivos (Código Penal, art. 273, § 1º-B, que veta a comercialização de medicamentos sem licença da Anvisa ou de procedência duvidosa). Vender Cytotec é crime no Brasil. O referido site está, portanto, cometendo ostensivamente um crime escandaloso que não se pode deixar impune.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Professor Felipe de Aquino é nomeado Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno
O professor Felipe de Aquino, que tem uma obra extensa publicada sobre temas da doutrina católica, foi nomeado na última quinta-feira, 19, Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa às pessoas que se entregam à Igreja Católica na defesa de fé católica e da pregação do Evangelho.
| Professor Aquino dedica-se a esclarecer aspectos da doutrina católica |
Professor Aquino foi nomeado em cerimônia presidida pelo bispo de Lorena, São Paulo, Dom Benedito Beni, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista, São Paulo. Durante a celebração eucarística, o professor trajou uma veste própria para os Cavaleiros de São Gregório Magno trazida especialmente de Roma.
Com este título, professor Aquino poderá ocupar um lugar no presbitério durante as celebrações litúrgicas e ser saudado pela Guarda Suíça Pontifícia. O título não implica nenhuma obrigação particular a Igreja; o escolhido precisa, porém manter sua reputação, provando ser merecedor da honraria.
A ideia para a nomeação veio do próprio Dom Beni, que considerou que o título seria um reconhecimento por todo o bem que o prefessor faz por seu conhecimento. O prelado enviou então uma carta ao Papa Bento XVI apresentando-o como missionário, pregador da Palavra de Deus e escritor. A sugestão de Dom Beni foi aceita pelo Santo Padre.
Segundo Dom Beni, o professor Aquino é merecedor da honraria, pois, mais do que um homem da Igreja ele é um homem de Deus. "O principal é que, com este título, o professor Aquino se tornou mais próximo do coração do Papa, o sucessor de Pedro e pastor universal da Igreja", declarou o bispo.
Com informações da Canção Nova.
Tem início o 3º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação
Na manhã desta sexta-feira, 20, uma missa celebrada pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social, dom Dimas Lara Barbosa, abriu o segundo dia do encontro. Logo em seguida, os participantes foram surpreendidos por uma videoconferência. Direto de Roma, o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais da Santa Sé, cardeal Cláudio Maria Celli falou da necessidade de uma “profunda coerência entre comunicação, palavra e vida” e reforçou que “a Igreja precisa ter uma presença eficaz nos espaços cibernéticos, sem esquecer o compromisso do amor a Deus e pelos homens”.
Durante a tarde os cerca de 700 participantes se dividiram em quatro seminários. Lá, puderam aprofundar com especialistas temas como comunicação e catequese, web jornalismo, comunicação na liturgia, redes sociais, dentre outro assuntos.
A programação deste sábado, dia 21, segue com as mesas-redondas e com os seminários. O terceiro Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação vai até o domingo, 22.
Da Assessoria de Comunicação AOR
Casais: “o rosto sorridente e doce da Igreja”. Mensagem do Papa aos participantes do 11º Encontro das Equipes de Nossa Senhora
O Papa Bento XVI enviou neste final de semana uma mensagem especial para o participantes do 11º Encontro Internacional do movimento de espiritualidade conjugal Equipes de Nossa Senhora. O evento, que teve início sábado, 21, em Brasília, acontecerá até a próxima quinta-feira, a partir do tema "Ousar o Evangelho". Cerca de 8 mil pessoas de mais de 50 países participarão do encontro.
A mensagem do Santo Padre foi lida pelo arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, durante a cerimônia de abertura. Na missiva, entre outras coisas, Bento XVI cumprimentou os participantes do movimento, elogiando seu forte trabalho em favor do matrimônio.
Conforme o Santo Padre, os casais das Equipe de Nossa Senhora "proclamam , não tanto com palavras, mas sobretudo com a vida as verdades fudamentais sobre o amor humano e sobre o seu significado mais profundo". Neste sentido, Bento XVI citou um trecho de uma mensagem enviada pelo Papa Paulo VI, em 1972, aos casais das equipes de Nossa Senhora:
"Um homem e uma mulher que que se amam, um sorriso de criança, a paz de uma lar: eis uma pregação sem palavras, mas extraordinariamente persuasiva, na qual cada homem pode já pressentir, como que por transparência, o reflexo de outro amor e o seu apelo infinito".
Segundo o Papa, tal ideal proposto na carta de Paulo VI pode parecer muito alto, mas é por isso, de acordo com o pontífice, que o movimento incentiva seus membros "a beberem constantemente nas fontes da graça do sacramento do matrimônio e da participação na Eucaristia dominical".
O movimento, conforme o Santo Padre, também propõe a seus membros "um método rico de compromissos e sugestões simples e concretas para viverem no dia a dia a espiritualidade encarnada de esposos cristãos". Sendo um destes conselhos o diálogo pessoal periódico entre os cônjuges, para esclarecer os problemas do casal.
"No nosso mundo tão marcado pelo individualismo, o ativismo, a pressa e a distração, o diálogo sincero e constante entre os esposos é essencial para evitar que surjam, cresçam e endureçam incompreensões que, infelizmente, muitas vezes acabam em rupturas insanáveis que já ninguém ajuda a consertar", destacou o pontífice.
Bento XVI lembrou também aos participantes do encontro as comemorações pelo cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II e pelo Ano da Fé. Convidou, então, os casais cristãos a serem "o rosto sorridente e doce da Igreja", os melhores e mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé, dom Deus oferecido com largueza e generosidade a todos, para que possam encontrar cada dia o sentido da sua vida".
Equipes de Notre Dame
As Equipes de Notre Dame são um movimento Cristocêntrico da Igreja Católica Apostólica Romana, fundado pelo Padre Henry Cafarrel e alguns casais franceses durante a Segunda Guerra Mundial, na França. Constitui uma Associação Internacional Católica de Leigos, reconhecida pelo Decreto 650, de 1992, do Pontifício Conselho para os Leigos.
As Equipes de Notre Dame são um movimento Cristocêntrico da Igreja Católica Apostólica Romana, fundado pelo Padre Henry Cafarrel e alguns casais franceses durante a Segunda Guerra Mundial, na França. Constitui uma Associação Internacional Católica de Leigos, reconhecida pelo Decreto 650, de 1992, do Pontifício Conselho para os Leigos.
Atualmente o movimento está em 86 países, incluindo o Brasil, onde chegou em 1950. (BD / DA)
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Inscrições abertas para os atletas do Bote Fé na Vida Recife
Já estão abertas as inscrições para a corrida de rua Bote Fé na Vida Recife. A prova será realizada no próximo dia 22 de julho, na Avenida Sul, Área Central do Recife. A inscrição online custa R$ 15* e a presencial R$ 10. Parte do valor arrecadado será destinado à pedestrianista Maria de Lourdes Ferreira, a Pretinha, que corre em busca da casa própria. O evento marcará a contagem regressiva de um ano para a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013.
Clique aqui para fazer a sua inscrição online.
Os kits serão entregues no dia 21 de julho, no Santuário de Fátima (antigo Colégio Nóbrega).
*O valor online é mais caro por conta da taxa de conveniência, que vai para o site.
Confira a entrevista coletiva do Bote Fé na Vida.
Bote Fé na Vida Recife na imprensa
Confira as notícias que a imprensa publicou sobre o Bote Fé na Vida nesta terça-feira (19).
Globo – Corrida no Recife marca contagem regressiva para Jornada da Juventude
Rádio Jornal – Arquidiocese de Olinda e Recife lança corrida Bote Fé na Vida em contagem regressiva para JMJ
JC Online - Arquidiocese de Olinda e Recife lança corrida de rua
Folha PE - Inscrições para corrida “Bote Fé na Vida” iniciam hoje
Fonte: Comunicação – CAP Juventude
Penitenciaria Apostólica, um tribunal desconhecido
As edições CNBB lançam dois livros sobre a Penitenciaria Apostólica em português
As edições CNBB lançam mais dois volumes em português. Dessa vez é para dar a conhecer um tribunal ainda pouco conhecido pela maioria dos católicos, A Penitenciaria Apostólica.
As edições CNBB lançam mais dois volumes em português. Dessa vez é para dar a conhecer um tribunal ainda pouco conhecido pela maioria dos católicos, A Penitenciaria Apostólica.
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